Teologia - Tifsa Brasil

As boas Tradições e os bons Costumes fazem parte das Regras da Doutrina Cristã

É imprescindível que todo cristão precisa está consciente de que, tudo o que pode induzi-lo ao pecado deve ser evitado. E as más tradições e os maus costumes são itens que devem serem evitados, por meio deles Satanás pode distorcer as regras doutrinárias. Mas por outro lado, temos as boas tradições e os bons costumes que fazem parte das regras doutrinarias, que não podem serem ignoradas. Talvez você ao ler o início desse texto, diga: mas as tradições e os costumes, não são doutrinas. Neste sentido você tem razão. Até aí, tudo bem. Elas não são doutrinas, no entanto, elas fazem parte das regras da doutrina, e a prática deles ou delas, ajudam na conservação da santidade no corpo e revela o comportamento interior na vida dos santos. Ignorar algumas tradições e alguns tipos de costumes, como se fosse algo inofensivo é um precedente muito perigoso para nossa vida espiritual e para nosso testemunho diante da sociedade. Levemos isso a sério. Pois existem muitos servos de Deus com a vida desacreditada, e passivos de julgamento porque desprezam esses itens como algo normal em sua vida espiritual. Pois é mais sério do que se imagina. O que Lúcifer quer, é que…

O Estudo da Pneumatologia – I

Introdução Por muitos anos, principalmente nos anos anteriores ao despertamento pentecostal iniciado no começo deste Século, o Espírito Santo era a Pessoa menos conhecida dentre as Pessoas da Santíssima Trindade. Porém, com o surgimento do Movimento Pentecostal, quando Deus fez soprar o vento do seu Espírito em maior profusão, o Espíri­to Santo veio a conquistar no conceito cristão a sua verda­deira posição em relação ao Pai e ao Filho. A despeito de tudo isto, no entanto, reconhecemos ha­ver muito erro e confusão em nossos dias no tocante à per­sonalidade, operações e manifestações do Espírito Santo. Eruditos, conscientes, mas equivocados, têm sustentado pontos de vista errôneos e contrários às Escrituras a respei­to desse singular personagem da Trindade Divina. É vital, portanto, para a fé de todo crente sincero, que o ensino bíblico a respeito do Espírito Santo seja mantido em bases seguras e em suas corretas proporções. Só assim serão evi­tados os extremos quanto ao assunto: evitando ou dando ênfase demasiada e até antibíblica à Pessoa e obra do Espírito Santo. I. A Natureza do Espírito Santo A natureza do Espírito Santo se evidencia através da sua personalidade singular, da sua divindade, dos seus no­mes e símbolos conforme revelam o Antigo…

O Batismo Com o Espírito Santo – III

O evento do batismo com o Espírito Santo não deveria surpreender, nem confundir os estudantes das Escrituras, pois é uma bênção já prometida, relacionada com o plano divino da salvação em Cristo, predito por Joel, Isaías, João Batista e Jesus (At 2.16-18; Is 44.3; Mt 3.11; Jo 14.16,17). 1. O Dia de Pentecostes O dia de Pentecostes foi um dia singular para a Igreja e continua sendo; é que nesse dia aprouve a Deus, por intercessão de Jesus Cristo, enviar o Espírito Santo, a ocupar no mundo e de forma mais precisa, no seio da Igreja, uma posição sem paralelo em toda a história da humanidade. Nesse dia cerca de cento e vinte frágeis discípulos de Jesus foram cheios do Espírito Santo e dotados do poder de tes­temunhar do Evangelho. Como resultado da experiência do Pentecostes, Pedro pregou com tal autoridade, que cerca de três mil preciosas almas se renderam aos pés de Jesus. Com autoridade sobrenatural acusou os seus ouvintes judeus de haverem entregue à morte o Filho de Deus, e exortou-os a se arrependerem de seus pecados. Isto disse como prelúdio, para logo informar-lhes de que a conversão a Cristo resultaria em receberem a mesma experiência que observavam,…

A Ressurreição e Glorificação de Jesus Cristo – VI

A ressurreição física e corporal do Senhor Jesus Cristo é o fundamento inabalável do Evangelho e da nossa fé. De fato, o cristianismo não seria mais do que uma religião, se Cristo não tivesse ressuscitado dentre os mortos. Portanto, é a ressurreição de Cristo, dentre outras coisas, que o faz diferente dos grandes filósofos e fundadores de religiões humanas. É a ressurreição de Cristo que faz do cristianis­mo o elo de comunhão entre o homem e uma Pessoa, o pró­prio Cristo ressurreto. Portanto, não é sem motivo que o Diabo e muitos homens ímpios, tendo tentado destruir o cristianismo, foram impedidos de fazê-lo, pois, em qual­quer direção em que se encontrassem, sempre se viam diante dum túmulo vazio, o túmulo daquele que foi morto, mas vive para jamais morrer. 1. A Realidade da Ressurreição de Cristo A realidade da ressurreição de Cristo se evidencia ao longo da narrativa one-testamentária. Suas provas se veem: a) No sepulcro vazio (Lc 24.3). b) Nas aparições do Senhor a Maria Madalena, às mulheres, a Simão Pedro, aos dois discípulos no ca­minho de Emaús, aos discípulos no Cenáculo, a To­me, a João e Pedro, a todo o grupo dos discípu­los (Jo 20.16; Mt 28.,8,9; Lc…

A Obra do Espírito Santo – II

A dispensação em que vivemos atualmente é um tem­po oportuno para as atividades especiais do Espírito Santo entre os homens, como aquele sobre quem pesa a responsa­bilidade de alcançar todo este vasto Universo, encami­nhando os homens para Deus. Entretanto, sabemos que o mesmo Espírito também exerceu as suas atividades em tempos mais remotos. Muito antes do alvorecer dos tem­pos, Ele já existia como a terceira Pessoa da Trindade divi­na. 1. O Espírito Santo na Criação Muito antes de o homem aparecer na terra e mesmo antes da terra existir, o Espírito Santo já existia. A primei­ra parte de Gênesis 1.2 apresenta uma cena singular: a ter­ra, uma massa informe, vazia e escura. Foi então que um raio de esperança brilhou, iluminando-a, antes mesmo que Deus ordenasse o aparecimento da luz. Lemos: “E o Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. Foi este aspecto diferente o primeiro prenuncio da perfeição das obras do Criador.Com singular inspiração, disse o patriarca Jó que Deus, “pelo seu Espírito, ornou os céus” (Jó 26.13). Isto é, através do seu Espírito, Deus não apenas formou o Universo, mas também o embelezou estabelecendo a ordem de ação de cada astro, do menor ao maior. 2. O…

O Caráter de Jesus Cristo – IV

O caráter imaculado de Jesus Cristo tem recebido a aprovação e a recomendação não apenas de Deus Pai, dos seus anjos e dos santos, mas até os demônios têm reconhe­cido isto. Ao longo de quase dois milênios o seu nome e a sua vida impõem respeito e ternura e têm sido motivo ins­pirador de milhões de vidas em toda a terra e em todos os tempos. Dentre tantos testemunhos quanto o caráter santo de Cristo, destacamos os seguintes, de três pensadores cristãos. “O caráter de Jesus dá tremenda força à nossa cren­ça nele. Sua vida foi tudo quanto uma vida deve ser, quando julgada segundo os padrões mais elevados” – Bispo McDowell. “Ainda que algo do caráter de Cristo se tenha reve­lado em uma Era e algo mais dele em outra, a pró­pria eternidade, todavia, não é suficiente para ma­nifestá-lo inteiramente” – Flavel. “Seu caráter saiu aprovado através dos ataques maliciosos de dois mil anos, e hoje, perante o mun­do apresenta-se impecável em todos os sentidos. Seu nome é sinônimo de Deus sobre a terra” – Bispo Foster (Teologia Elementar – Imprensa Batista – Pág.116). 1. A Santidade de Jesus Cristo A santidade de Jesus Cristo, quanto ao seu verdadeiro…